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13/12/2007
CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA

A unidade da Spaipa em Maringá ampliará para 10 mil metros quadrados a área de captação de água da chuva. A ampliação proporcionará a captação de 14 milhões de litros de água por ano, quatro vezes mais que a coleta atual.
“O projeto de ampliação está sendo elaborado e até o final do ano o sistema será implantado”, explica o superintendente industrial da Spaipa, Mario Veronezi.


O processo de captação de água da chuva na unidade de Maringá é pioneiro. Desde o início do ano uma área de 2.500 metros quadrados faz o recolhimento da água, o que proporciona uma economia de até 290 mil litros de água por mês, de acordo com a quantidade de chuva. Com a ampliação a captação passará a ser de mais de um milhão de litros.


O processo de captação é simples e seguro. A água da chuva, que cai em parte do telhado da fábrica, é coletada e armazenada em uma cisterna exclusiva. Depois de passar por um equipamento de filtração segue para se misturar com a água captada dos poços e do sistema de abastecimento público, as quais recebem tratamento antes de serem consumidas no processo produtivo. “Amostras de água captada da chuva da região foram analisadas e aprovadas quanto à potabilidade, assegurando assim a qualidade dos produtos fabricados”, explica Veronezi.


A unidade de Maringá consome mensalmente uma média de 32 milhões de litros de água - 17 milhões do sistema público de abastecimento e 15 milhões de poços artesianos. “A ampliação do sistema vai proporcionar uma economia importante para a unidade. Toda economia é importante para o sistema fabril e principalmente para o meio ambiente”, diz Veronezi.


Além da fábrica de Maringá, a unidade de Marília foi equipada em maio de 2007 com o sistema de captação de água da chuva. A unidade possui uma área específica de 13 mil metros quadrados capaz de captar até 1 milhão de litros de água por mês. Mesmo com a forte estiagem da região atualmente, já foi possível captar uma média de 300 mil litros de água da chuva desde a implantação do sistema. Com o sistema operando dentro da sua capacidade total, a unidade de Marília prevê economia de 1% a 2% do consumo mensal de água.